"Kim Jong-un" pode estar à beira da morte segundo inteligência americana

Imprensa controlada pelo ditador nega que ele tenha complicações decorrentes de cirrugia

| CORREIO DO ESTADO / ESTADãO CONTEúDO


Kim Jon-Un, líder norte-coreano - KNCA

Ausência do ditador Kim Jong-Un em eventos importantes levanta rumores de que a saúde dele estaria frágil após uma cirurgia. Enquanto agências de notícias internacionais afirmam que o líder asiático sofreu complicações após o procedimento, a imprensa controlada pelo governo norte-coreano desmente os boatos, em ambos os casos sem evidências concretas.

Conforme o Estadão Conteúdo, autoridades dos Estados Unidos ajudam a espalhar a informação, ainda que a própria Casa Branca afirme que apesar de dispor de dados a respeito do quadro clínico de Kim, não tem como provar que a cirurgia de fato ocorreu.

Fato é que o ditador não compareceu ao feriado mais importante de seu país: o aniversário de seu falecido avô, Kim Il Sung, em 15 de abril.

A imprensa estatal reportou, contudo, que Kim participou de uma reunião sobre Covid-19 e ainda mandou cumprimentos aos presidentes da Síria e de Cuba.

Se ele perdesse o poder pela saúde debilitada ou morresse, não se sabe quem assumiria o poder. Analista do Instituto Sejong, da Coreia do Sul, Cheong Seong-Chang diz que Kim Yo Jong, irmã de Kim, já exerce influência significativa no governo e a maioria dos membros do regime tem interesse em manter a família no comando. Outros analistas acreditam que poderia haver uma liderança coletiva entre membros da elite do partido governista.



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