Saldo de empregos da agropecuária totaliza 2,2 mil postos no primeiro semestre em MS

Os setores de Serviços e Indústria de Transformação apresentaram resultados positivos nos primeiros seis meses deste ano.


O setor rural de Mato Grosso do Sul apresentou números favoráveis na geração de emprego no primeiro semestre deste ano. De acordo com os números do Caged – Cadastro de Geração de Empregados e Desempregados, do Ministério de Trabalho e Emprego, o saldo entre admissão e demissão atingiu 2.166 postos em 2017.

Segundo apuração realizada pelo Sistema Famasul – Federação da Agricultura e Pecuária de MS, além do Agro, os setores de Serviços e Indústria de Transformação apresentaram resultados positivos nos primeiros seis meses deste ano.

Para o presidente do Sistema Famasul, os números refletem a competitividade e o desenvolvimento sustentável do setor. "O agro tem apresentado esse saldo positivo na geração de postos de trabalho, que exigem qualificação, dentre outros fatores, por causa do investimento que vem sendo feito pelo segmento em tecnologia e disseminação do conhecimento."

A gestora do Departamento de Economia do Sistema Famasul, Adriana Mascarenhas, reforça o bom desempenho da agropecuária no período analisado. "Somente em junho, o setor agropecuário registrou saldo positivo de 677 postos de trabalho criados, resultado que é o melhor entre os outros segmentos. Em nível nacional, este panorama se repete, considerando que o agro contabilizou de 117 mil postos."

Sobre o Sistema Famasul

O Sistema Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de MS) é um conjunto de entidades que dão suporte para o desenvolvimento sustentável do agronegócio e representam os interesses dos produtores rurais de Mato Grosso do Sul. É formado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Fundação Educacional para o Desenvolvimento Rural (Funar), Associação dos Produtores de Soja (Aprosoja/MS) e pelos sindicatos rurais do Estado.

O Sistema Famasul é uma das 27 entidades sindicais que integram a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Como representante do homem do campo, põe seu corpo técnico a serviço da competitividade da agropecuária, da segurança jurídica e da valorização do homem do campo. O produtor rural sustenta a cadeia do agronegócio, respondendo diretamente por 17% do PIB sul-mato-grossense.



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