NOVO HORIZONTE DO SUL: Prédios viram ‘elefantes brancos’ e prefeito promete por em funcionamento


Mais de meio milhão de reais da população sem qualquer tipo de uso, apenas sendo deteriorado com o tempo, são os dois prédios construídos em Novo Horizonte do Sul, que foi finalizado e entregue em 2015, na administração da Prefeita Nilza Ramos, a UADAF – Unidade de Apoio e Distribuição de Alimentos da Agricultura Familiar denominado Lauro Alfredo Zuze e o Mercado Municipal Raimundo Vieira de Souza, que viraram dois ‘elefantes brancos’ (termo utilizado na política para se referir a obras públicas sem utilidade).

Conforme apurou o Site Ivinoticias, dois prédios que poderiam estar impulsionando a economia do município, não estão funcionando, como o galpão agroindustrial que ficou como Mercado Municipal Raimundo Vieira de Souza que custou aos cofres públicos R$ 292.500,00 que foi inaugurado em abril de 2015, não foi posto em funcionamento na última administração e também não foi colocada pela atual administração do prefeito o comandante Marcilio Benedito (PDT).

 

 

 

 

Outro prédio foi construção da Unidade de Apoio a Distribuição de Alimentos da Agricultura Familiar – UADAF no bairro Vila Nova, a obra que também foi entregue em abril de 2015, foi executada com recursos federal e municipal num total de R$ 274 mil reais.

Ambos os projetos foram iniciados na última administração do prefeito Marcilio, mas foram finalizados na administração da prefeita Nilza, mas até o momento não houve nenhum esboço para utilização dos prédios.

O munícipio de Novo Horizonte do Sul que tem boa parte da economia na agropecuária, pela grande parcela de produtores rurais do município, sempre aguardou a construção da Unidade de Apoio, como também do galpão agroindustrial, no qual a unidade poderia trabalhar como uma pequena agroindústria para beneficiar produtos do município, como por exemplo, poder embalar e encaminhar para o mercado sua produção. O caso se repete no mercado municipal.

OUTRO LADO

A reportagem conseguiu falar com o prefeito Marcilio Benedito, que destacou que os dois projetos realmente tinha iniciado na sua administração, momento em que segundo ele a agricultura do município estava em alta, por isso ajudaria muito os pequenos produtores.

Sobre a Unidade de Apoio a Distribuição de Alimentos o prefeito disse que mesmo com a situação que pegou a agricultura do município, já iniciou o processo licitatório para a compra de alguns equipamentos para finalizar e a reativar o local, que poderá contar com uma despolpadeira de frutas para goiaba, abacaxi, limão entre outros, maquinas para conservas para pimenta e pepinos como exemplos, além de um projeto do local ser também um abatedor de frangos e embalagem de mandioca, no qual segundo, Marcilio até o final de outubro poderá estar com os equipamentos aptos para o funcionamento, a unidade será administrada pelos produtores do município em uma espécie de cooperativa, que segundo o prefeito mesmo trocando de administradores eles poderão ter a tranquilidade de tocar a unidade e manter os rendimentos.

Já o galpão agroindustrial que ficou como Mercado Municipal Raimundo Vieira de Souza iria servir para vario grupos de pequenos produtores que na sua última administração tinha, como a associação das mulheres, sindicatos, entre outros que segundo ele acabou nos últimos quatro anos ou ficaram enfraquecidos, por isso, também será retomado e hoje já esta sendo estudado o projeto para os produtores de urucum, acerola e mandioca que poderão iniciar os trabalhos no mercado que está fechado há anos.



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